Arquivo de julho \20\UTC 2009

20
jul
09

Angelina

O Angelina

O Angelina

O Angelina é um salão de chá fundado em 1903, que ao mesmo tempo é uma casa de chocolates, pâtisseries e restaurante, ufa!

Fica pertinho do Louvre e é lindo! Agradabilíssimo e um charme. O responsável por sua arquitetura “Belle Epoque” foi o renomado Edouard-Jean Niermans. A Maison foi freqüentada por Proust e pela eterna mademoiselle Chanel. Mas o que eu mais gosto no Angelina, são os doces!
Como sabemos que um dos melhores acompanhamentos de um delicioso café, é um delicioso docinho, nada melhor que uma passadinha nesta casa maravilhosa.
O meu predileto é o Mont-Blanc, uma das suas especialidades e um verdadeiro segredo. O pâtissier Sébastien Bauer esta de parabéns! Algumas de suas maravilhas são o mille feuille de pistache-griotte, a tartelette “Eva” au chocolat noir, la mousse au marron glacés et gelée de myrtilles “Carla”, a tropézienne au café…
A casa é aberta das 9h ás 19h em dias de semana e até as 19h30 nos finais de semana.
Agora não vá dizer que não avisei, o Mont Blanc é, digamos, “bem servido”, portanto vá preparado e Bom Apétit!
Cristiane
O Angelina

O Angelina

O Angelina é um salão de chá fundado em 1903, que ao mesmo tempo é uma casa de chocolates, pâtisseries e restaurante, ufa!

Fica pertinho do Louvre e é lindo! Agradabilíssimo e um charme. O responsável por sua arquitetura “Belle Epoque” foi o renomado Edouard-Jean Niermans. A Maison foi freqüentada por Proust e pela eterna mademoiselle Chanel. Mas o que eu mais gosto no Angelina, são os doces!

Como sabemos que um dos melhores acompanhamentos de um delicioso café, é um delicioso docinho, nada melhor que uma passadinha nesta casa maravilhosa.

O meu predileto é o Mont-Blanc, uma das suas especialidades e um verdadeiro segredo. O pâtissier Sébastien Bauer está de parabéns! Algumas de suas maravilhas são o mille feuille de pistache-griotte, a tartelette “Eva” au chocolat noir, la mousse au marron glacés et gelée de myrtilles “Carla”, a tropézienne au café…

A casa é aberta das 9h às 19h em dias de semana e até às 19h30 nos finais de semana.

Agora não vá dizer que não avisei, o Mont Blanc é, digamos, “bem servido”, portanto vá preparado e Bon Apétit!

Cristiane

20
jul
09

Rendez-vous au CAFÉ DE FLORE…

Passeando pelo Boulevard Saint-Germain, numa esquina com a Rue St. Benoit, paro no Café de Flore.  Delicioso café-braserrie, foi ponto de encontro dos maiores intelectuais franceses durante os anos seguintes da II Grande Guerra. Inclusive seu interior Art Deco mudou muito pouco desde então. Seus banquinhos e cadeiras vermelhos e de madeira, seus espelhos são um charme!
Seu nome foi dado devido a uma pequena estátua da Deusa Flora, hoje desaparecida. Uns dizem que ela se encontrava ao outro lado do Boulevard, outros que ela se situava em cima da entrada principal.
Alguns de seus notáveis freqüentadores foram Jean Paul Satre e Simone Beauvoir. Diz-se que costumavam encontrar-se aqui para discutir sua filosofia do existencialismo e beber. Até hoje o Flore é um lugar popular para escritores, atores…
Outro dado interessante, foi ter o vocalista do The Doors, Jim Morrisson ido ao Café três semanas antes da sua morte.
Tomei um café ótimo e seu cardápio oferece opções como: Café Décaféiné, Irish Coffee au Bushmill´s (que é “sour cream”) e Café expresso Spécial Flore et trait de Baileys.
Dica: Eles tem um lojinha excelente ao lado do toilette, que vende souvenires do café! Eu comprei uma vela linda e um cinzeiro. Uma graça!
Café de Flore 172 bd St Germain 75006 PARIS
+ 33 1 45 48 55 26

Rendez-vous au CAFÉ DE FLOREPasseando pelo Boulevard Saint-Germain, numa esquina com a Rue St. Benoit, paro no Café de Flore.  Delicioso café-braserrie, foi ponto de encontro dos maiores intelectuais franceses durante os anos seguintes da II Grande Guerra. Inclusive seu interior Art Deco mudou muito pouco desde então. Seus banquinhos e cadeiras vermelhos e de madeira, seus espelhos são um charme!

Seu nome foi dado devido a uma pequena estátua da Deusa Flora, hoje desaparecida. Uns dizem que ela se encontrava ao outro lado do Boulevard, outros que ela se situava em cima da entrada principal.

Alguns de seus notáveis freqüentadores foram Jean Paul Satre e Simone Beauvoir. Diz-se que costumavam encontrar-se aqui para discutir sua filosofia do existencialismo e beber. Até hoje o Flore é um lugar popular para escritores, atores…

Outro dado interessante, foi ter o vocalista do The Doors, Jim Morrisson ido ao Café três semanas antes da sua morte.

Tomei um café ótimo e seu cardápio oferece opções como: Café Décaféiné, Irish Coffee au Bushmill´s (que é “sour cream”) e Café expresso Spécial Flore et trait de Baileys.

Dica: Eles tem um lojinha excelente ao lado do toilette, que vende souvenires do café! Eu comprei uma vela linda e um cinzeiro. Uma graça!

Café de Flore 172 bd St Germain 75006 PARIS
+ 33 1 45 48 55 26

Cristiane

16
jul
09

Paris

Paris, capital da Franca, além de ser a maior cidade francesa, também é a segunda maior metrópole da Europa, perdendo apenas para Moscou.
Conhecida como A Cidade Luz, por conta do ILUMINISMO (Movimento intelectual da história ocidental), Paris seduz a todos, seja por sua beleza natural, o rio Sena, que atravessa toda a cidade e cujas margens foram inscritas em 1991 na lista do PATRIMÔNIO MUNDIAL da UNESCO, sua arquitetura, história, seus museus e vida cultural em geral…  E, é claro, seus cafés. Ah, os cafés!
Paris transborda charme e o melhor de tudo é que certo lugares não mudam. Contam história.
LE CAFE
Os Árabes foram os primeiros, não apenas a cultivar o café, mas também a iniciar o seu comércio.
Lá pelo século 17, o café chega a Europa e começa a ficar popular através do continente.
Mas voltemos ao berço do iluminismo…
Consta ter sido por Marselha o ingresso do café na França, local em que se abriu o primeiro estabelecimento em 1671; logo depois, outros se abriram em Lion e Paris.
O embaixador de Maomé IV junto á corte de Luiz XIV, Solimão Agá Mustafá, foi um dos grandes responsáveis pela difusão do café em Paris. Ele o fazia servir, na embaixada, por escravos ricamente trajados e em chávenas de porcelana finíssima, tornando o café, uma bebida elegante, ‘da moda’, o que foi bastante para conquistar a cidade luz.
Grandes expedições trouxeram cargas de rubiáceas de Moka (atual Lémene), vendida no inicio por preço muito alto; o qual diminuiu posteriormente, pela concorrência natural.
Sabe-se que em 1672, As Casas De Café cresceram extraordinariamente para praticamente todas as classes sociais, com louvor os cafés literários, centros de homens de letras, artistas, etc.
Ficaram celebres o Café Procópio (Procopio di Coltello), frequentado por Fontenelle, J.J. Rousseau, Diderot e outros e o Café de la Régence, frequentado por Voltaire, Richelieu e outros notáveis.
Os cafés de paris são, possivelmente, uma das imagens mais reconhecidas da cidade, sendo mais que um bom lugar para se degustar café. É uma instituição em paris, uma ima para turistas.
Uma viagem à Paris não é completa se não der uma passadinha em um de seus maravilhosos cafés.
Na frança, uma Brasserie é um café elegante, que possui um serviço de restaurante, com uma aparência mais despojada. Neles encontram-se menus (diferentemente dos bistrôs, que podem não tê-lo) e pratos geralmente únicos.
Um bom exemplo de um café, é o Le Procope, fundado em 1686, e ainda em funcionamento. Foi um local importante do Iluminismo francês. Voltaire, Rousseau e Diderot frequentaram-no, hoje é tido como o berço da Encyclopédie, a primeira enciclopédia moderna!
Aqui, cada café tem seu charme e sua história, um prato cheio para apreciadores da bebida e das artes, assim como eu.  Nada melhor que uma tarde num café observando o movimento de pessoas de todas as tribos que circulam inquietas pela “La Ville-Lumière”.
Cristiane.

cafe-de-paris

Paris, capital da Franca, além de ser a maior cidade francesa, também é a segunda maior metrópole da Europa, perdendo apenas para Moscou.

Conhecida como A Cidade Luz, por conta do ILUMINISMO (Movimento intelectual da história ocidental), Paris seduz a todos, seja por sua beleza natural, o rio Sena, que atravessa toda a cidade e cujas margens foram inscritas em 1991 na lista do PATRIMÔNIO MUNDIAL da UNESCO, sua arquitetura, história, seus museus e vida cultural em geral…  E, é claro, seus cafés. Ah, os cafés!

Paris transborda charme e o melhor de tudo é que certo lugares não mudam. Contam história.

LE CAFE

Os Árabes foram os primeiros, não apenas a cultivar o café, mas também a iniciar o seu comércio.

Lá pelo século 17, o café chega a Europa e começa a ficar popular através do continente.

Mas voltemos ao berço do iluminismo…

Consta ter sido por Marselha o ingresso do café na França, local em que se abriu o primeiro estabelecimento em 1671; logo depois, outros se abriram em Lion e Paris.

O embaixador de Maomé IV junto á corte de Luiz XIV, Solimão Agá Mustafá, foi um dos grandes responsáveis pela difusão do café em Paris. Ele o fazia servir, na embaixada, por escravos ricamente trajados e em chávenas de porcelana finíssima, tornando o café, uma bebida elegante, ‘da moda’, o que foi bastante para conquistar a cidade luz.

Grandes expedições trouxeram cargas de rubiáceas de Moka (atual Lémene), vendida no inicio por preço muito alto; o qual diminuiu posteriormente, pela concorrência natural.

Sabe-se que em 1672, As Casas De Café cresceram extraordinariamente para praticamente todas as classes sociais, com louvor os cafés literários, centros de homens de letras, artistas, etc.

Ficaram celebres o Café Procópio (Procopio di Coltello), frequentado por Fontenelle, J.J. Rousseau, Diderot e outros e o Café de la Régence, frequentado por Voltaire, Richelieu e outros notáveis.

Os cafés de paris são, possivelmente, uma das imagens mais reconhecidas da cidade, sendo mais que um bom lugar para se degustar café. É uma instituição em paris, uma ima para turistas.

Uma viagem à Paris não é completa se não der uma passadinha em um de seus maravilhosos cafés.

Na frança, uma Brasserie é um café elegante, que possui um serviço de restaurante, com uma aparência mais despojada. Neles encontram-se menus (diferentemente dos bistrôs, que podem não tê-lo) e pratos geralmente únicos.

Um bom exemplo de um café, é o Le Procope, fundado em 1686, e ainda em funcionamento. Foi um local importante do Iluminismo francês. Voltaire, Rousseau e Diderot frequentaram-no, hoje é tido como o berço da Encyclopédie, a primeira enciclopédia moderna!

Aqui, cada café tem seu charme e sua história, um prato cheio para apreciadores da bebida e das artes, assim como eu.  Nada melhor que uma tarde num café observando o movimento de pessoas de todas as tribos que circulam inquietas pela “La Ville-Lumière”.

Cristiane.

07
jul
09

Octavio Café em Edição Especial do Melhores Cafés do Brasil

A 5a Edição Especial dos Melhores Cafés do Brasil foi lançada pela ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café, durante café da manhã no hotel Brasília Alvorada. A Edição Especial é composta de 22 marcas elaboradas com os cafés gourmet dos 9 lotes vencedores do 5º Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café. Trata-se de uma série limitada e rara, que em breve estará nas gôndolas dos supermercados e lojas de diversos pontos do País, em embalagens sofisticadas e identificadas e controladas pelo selo numerado “Safra Premiada 2008″.
Orestes Quercia e Cristiane Quercia presentes no evento

Orestes Quercia e Cristiane Quercia presentes no evento

O concurso é realizado em duas categorias, que contemplam dois métodos de preparo dos grãos na fazenda: Café Natural, que é aquele feito com grãos secos nas árvores, que preservam a doçura na polpa, resultando em uma bebida rica em corpo e doce, com aroma e acidez equilibrada, e Café Cereja Descascado, processo de secagem do café sem a casca, mas com a mucilagem, que permite a obtenção de uma bebida que equilibra harmoniosamente corpo, aroma e acidez.

A 5a Edição Especial dos Melhores Cafés do Brasil foi lançada pela ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café, durante café da manhã no hotel Brasília Alvorada. A Edição Especial é composta de 22 marcas elaboradas com os cafés gourmet dos 9 lotes vencedores do 5º Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café. Trata-se de uma série limitada e rara, que em breve estará nas gôndolas dos supermercados e lojas de diversos pontos do País, em embalagens sofisticadas e identificadas e controladas pelo selo numerado “Safra Premiada 2008″.

O concurso é realizado em duas categorias, que contemplam dois métodos de preparo dos grãos na fazenda: Café Natural, que é aquele feito com grãos secos nas árvores, que preservam a doçura na polpa, resultando em uma bebida rica em corpo e doce, com aroma e acidez equilibrada, e Café Cereja Descascado, processo de secagem do café sem a casca, mas com a mucilagem, que permite a obtenção de uma bebida que equilibra harmoniosamente corpo, aroma e acidez.




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