Paris, capital da Franca, além de ser a maior cidade francesa, também é a segunda maior metrópole da Europa, perdendo apenas para Moscou.
Conhecida como A Cidade Luz, por conta do ILUMINISMO (Movimento intelectual da história ocidental), Paris seduz a todos, seja por sua beleza natural, o rio Sena, que atravessa toda a cidade e cujas margens foram inscritas em 1991 na lista do PATRIMÔNIO MUNDIAL da UNESCO, sua arquitetura, história, seus museus e vida cultural em geral… E, é claro, seus cafés. Ah, os cafés!
Paris transborda charme e o melhor de tudo é que certo lugares não mudam. Contam história.
LE CAFE
Os Árabes foram os primeiros, não apenas a cultivar o café, mas também a iniciar o seu comércio.
Lá pelo século 17, o café chega a Europa e começa a ficar popular através do continente.
Mas voltemos ao berço do iluminismo…
Consta ter sido por Marselha o ingresso do café na França, local em que se abriu o primeiro estabelecimento em 1671; logo depois, outros se abriram em Lion e Paris.
O embaixador de Maomé IV junto á corte de Luiz XIV, Solimão Agá Mustafá, foi um dos grandes responsáveis pela difusão do café em Paris. Ele o fazia servir, na embaixada, por escravos ricamente trajados e em chávenas de porcelana finíssima, tornando o café, uma bebida elegante, ‘da moda’, o que foi bastante para conquistar a cidade luz.
Grandes expedições trouxeram cargas de rubiáceas de Moka (atual Lémene), vendida no inicio por preço muito alto; o qual diminuiu posteriormente, pela concorrência natural.
Sabe-se que em 1672, As Casas De Café cresceram extraordinariamente para praticamente todas as classes sociais, com louvor os cafés literários, centros de homens de letras, artistas, etc.
Ficaram celebres o Café Procópio (Procopio di Coltello), frequentado por Fontenelle, J.J. Rousseau, Diderot e outros e o Café de la Régence, frequentado por Voltaire, Richelieu e outros notáveis.
Os cafés de paris são, possivelmente, uma das imagens mais reconhecidas da cidade, sendo mais que um bom lugar para se degustar café. É uma instituição em paris, uma ima para turistas.
Uma viagem à Paris não é completa se não der uma passadinha em um de seus maravilhosos cafés.
Na frança, uma Brasserie é um café elegante, que possui um serviço de restaurante, com uma aparência mais despojada. Neles encontram-se menus (diferentemente dos bistrôs, que podem não tê-lo) e pratos geralmente únicos.
Um bom exemplo de um café, é o Le Procope, fundado em 1686, e ainda em funcionamento. Foi um local importante do Iluminismo francês. Voltaire, Rousseau e Diderot frequentaram-no, hoje é tido como o berço da Encyclopédie, a primeira enciclopédia moderna!
Aqui, cada café tem seu charme e sua história, um prato cheio para apreciadores da bebida e das artes, assim como eu. Nada melhor que uma tarde num café observando o movimento de pessoas de todas as tribos que circulam inquietas pela “La Ville-Lumière”.
Cristiane.

Paris, capital da Franca, além de ser a maior cidade francesa, também é a segunda maior metrópole da Europa, perdendo apenas para Moscou.
Conhecida como A Cidade Luz, por conta do ILUMINISMO (Movimento intelectual da história ocidental), Paris seduz a todos, seja por sua beleza natural, o rio Sena, que atravessa toda a cidade e cujas margens foram inscritas em 1991 na lista do PATRIMÔNIO MUNDIAL da UNESCO, sua arquitetura, história, seus museus e vida cultural em geral… E, é claro, seus cafés. Ah, os cafés!
Paris transborda charme e o melhor de tudo é que certo lugares não mudam. Contam história.
LE CAFE
Os Árabes foram os primeiros, não apenas a cultivar o café, mas também a iniciar o seu comércio.
Lá pelo século 17, o café chega a Europa e começa a ficar popular através do continente.
Mas voltemos ao berço do iluminismo…
Consta ter sido por Marselha o ingresso do café na França, local em que se abriu o primeiro estabelecimento em 1671; logo depois, outros se abriram em Lion e Paris.
O embaixador de Maomé IV junto á corte de Luiz XIV, Solimão Agá Mustafá, foi um dos grandes responsáveis pela difusão do café em Paris. Ele o fazia servir, na embaixada, por escravos ricamente trajados e em chávenas de porcelana finíssima, tornando o café, uma bebida elegante, ‘da moda’, o que foi bastante para conquistar a cidade luz.
Grandes expedições trouxeram cargas de rubiáceas de Moka (atual Lémene), vendida no inicio por preço muito alto; o qual diminuiu posteriormente, pela concorrência natural.
Sabe-se que em 1672, As Casas De Café cresceram extraordinariamente para praticamente todas as classes sociais, com louvor os cafés literários, centros de homens de letras, artistas, etc.
Ficaram celebres o Café Procópio (Procopio di Coltello), frequentado por Fontenelle, J.J. Rousseau, Diderot e outros e o Café de la Régence, frequentado por Voltaire, Richelieu e outros notáveis.
Os cafés de paris são, possivelmente, uma das imagens mais reconhecidas da cidade, sendo mais que um bom lugar para se degustar café. É uma instituição em paris, uma ima para turistas.
Uma viagem à Paris não é completa se não der uma passadinha em um de seus maravilhosos cafés.
Na frança, uma Brasserie é um café elegante, que possui um serviço de restaurante, com uma aparência mais despojada. Neles encontram-se menus (diferentemente dos bistrôs, que podem não tê-lo) e pratos geralmente únicos.
Um bom exemplo de um café, é o Le Procope, fundado em 1686, e ainda em funcionamento. Foi um local importante do Iluminismo francês. Voltaire, Rousseau e Diderot frequentaram-no, hoje é tido como o berço da Encyclopédie, a primeira enciclopédia moderna!
Aqui, cada café tem seu charme e sua história, um prato cheio para apreciadores da bebida e das artes, assim como eu. Nada melhor que uma tarde num café observando o movimento de pessoas de todas as tribos que circulam inquietas pela “La Ville-Lumière”.
Cristiane.