13
nov
09

Mariage Frères – Maison de Thé à Paris depuis 1854

Mariage Frères - Marco Pólo Muitas pessoas ao pensar em chá acreditam que os melhores encontram-se na China ou no Japão, ledo engano. Na minha opinião as melhores infusões estão mais próximas de nós. Para quem não sabe, o Mariage Frères, famosa casa de chás francesa, fornece seus magníficos blends para a primeira classe da Japan Airlines, para o Claridge’s em Londres, entre outros poderosos estabelecimentos.

Com uma parede recheadas de chás que são vendidos por grama e colocados em sacolinhas ou latinhas, a loja é um puro charme! Lá é possível encontrar uma gama variada de deliciosos produtos, todos com gostinho de chá. Eles têm até mesmo seus próprios Marrons Glacés! O mais prazeroso nas lojas é poder sentar nos salões e degustar um maravilhoso chá.

A longa tradição da empresa em comercialização de chás vem desde 1600. No princípio somente os franceses podiam apreciar seus blends e cento e, cinqüenta anos mais tarde, os irmãos Henri e Edouard Mariage começaram a importar e vender seus produtos. Mas, somente em 1980, eles começaram a vender para o consumidor final. Sorte a nossa!

Os chás são divididos em três tipos: para a manhã, tarde e noite. Os blends possuem nomes criativos que aguçam a nossa curiosidade. Apesar do meu predileto se o Marco Polo, o French Blue e o Des Poetes Solitaires (os poetas solitários) são maravilhosos e merecem ser provados.

Para quem pretende passear pela França nesse fim de ano, fica a dica!

BOURG-TIBOURG
30 rue du Bourg-Tibourg, Paris 4e
Phone : +33(0)1 42 72 28 11

RIVE GAUCHE
13 rue des Grands-Augustins, Paris 6e
Phone : +33(0)1 40 51 82 50

ÉTOILE
260 Faubourg Saint-Honoré, Paris 8e
Phone : +33(0)1 46 22 18 54

Vale a pena visitar o site e conhecer mais sobre essa tradicionalíssima casa de chás.
www.mariagefreres.com

15
set
09

Ile Saint Louis – Bertillon

Glacier Bertillon

Fachada da Glacier Bertillon


Quem é que não adora deliciar um sorvete no verão? Para quem não conhece a história, dizem que os primeiros “sorvetes” apareceram na antiga civilização chinesa e, era um pouco diferente do que conhecemos hoje. Parece que os chineses criaram um doce gelado feito com neve, suco de frutas e mel.

Em Paris, existem duas ilhas naturais no rio Sena: A Île Saint-Louis e a Île de La Cité (a Île des Cygnes é artificial). Das três, a minha preferida é a ilha de Saint Louis, situada no coração da capital francesa. Gosto de caminhar por aquelas ruelas, pois, além de pequenas e adoráveis, me encantam com suas lojinhas e galerias. Ah, claro, não poderia deixar de falar do melhor sorvete artesanal feito em toda França, o Berthillon.

Com mais de 100 revendedores em Paris, o Berthillon possui só na ilha de Saint Louis, cinco sorveterias. Se você está pensando em passear pela “Ilha do Sorvete”, como é mais conhecida, a melhor escolha é fora do mês de agosto, uma vez que a principal loja fica fechada. Os proprietários explicam que, como os franceses têm o costume de viajar durante o verão, tais férias também devem se estender a eles.

Além dos 36 tipos de sorvetes e 32 tipos de sorbet (sem leite), a loja também possui um adorável salão de chá, que serve outras opções como: o petits déjeuners (café da manhã) e a Les bombes glacées, ou bomba de sorvete, que é servida para 6 (13.50 €) ou 8 pessoas (13.50 €).

Existem os seguintes sabores de bomba:

L’OPERA: glace chocolat, intérieur parfait café
L’IRISH COFFEE: glace café whisky, intérieur parfait café
L’AMARENA: glace chocolat, intérieur glace amandine et cerises amarena
Le ROCHER AUX NOISETTES: glace chocolat, intérieur parfait noisettes
La GRIOTTINES: sorbet cerise, intérieur glace plombières (kirsch et fruits confits) et cerises griottes

A minha dica é o sorbet de pera. Adoro!

Glacier Berthillon – http://www.berthillon.fr
29-31 rue Saint Louis en l’Ile
75004 Paris
Aberta de quarta – feira até domingo, das 10:00 às 20:00

Cristiane

04
set
09

Lenda do café

Lenda do caféUm pastor vigiava o seu rebanho, quando notou que este em determinadas ocasiões se mostrava mais alegre, saltando com enorme vivacidade. A repetição do fato aguçou-lhe a observação e o pastor notou que a energia de suas ovelhas se manifestava quando elas pastavam essas terras, as quais eram ricas de uma determinada planta cujo fruto comiam. Compreendeu então, que a reação era efeito da ingestão de tal planta. Curioso, fez uma experiência em si próprio. Tomou uma infusão que fez com os frutos da planta referida. Logo depois, sentiu um reforço de energias, bom humor, melhor disposição para o trabalho, e ao mesmo tempo, desaparecendo, o sono que o atacava quando em serviço.

Tal bebida era o café e, segundo a lenda, assim começou a ser usado.

27
ago
09

Georges, a mais bela vista de Paris

Escadas rolantes panorâmica - Centro Pompidou, em Paris

Centro Pompidou, Paris

Localizado no 6º andar do Centro Pompidou, em Paris, o restaurante Georges é mais um estabelecimento pertencente aos irmãos Costes. Construído entre os anos de 1971-1977, o complexo possui uma arquitetura higth-tech, na qual comporta uma biblioteca pública, o Museu Nacional de Arte Moderna (RICAM), Centro para música, entre outros.

Quando visitei o Beaubourg (é assim que os franceses se referem ao Pompidou!) fui ver a exposição de um dos meus pintores favoritos, o russo Wassily Kandinsky.

Após longas horas apreciando suas obras, subi as escadas rolantes que foram construídas na parte externa do prédio e revestidas por uma capa acrílica, uma espécie de tubo, que permite a vista da cidade, fui ao ultimo andar, onde come-se “à La Costes”, muito bem, no Georges.

O restaurante é cercado por enormes janelas que nos permitem ver a cidade, além do espaço aberto,ótima pedida nos dias ensolarados!
Uma vez em Paris, a visita ao Pompidou é parada obrigatória. O museu funciona das 11h às 21h (caixa fecha às 20h). Dica: às vezes fica aberto até às 23:00, mas o caixa fecha às 22h.

Restaurante Georges
Centre Georges Pompidou  – acesso pela Piazza Centre Pompidou- 6º andar
Tel. +33 (0)1 44 78 47 99

Clique aqui para mais informações sobre o Centre Georges Pompidou .

Cristiane.

24
ago
09

O império dos irmãos Costes cresce a cada dia

Café Marly

Le Café Marly

Os irmãos Costes raramente falam com a imprensa, mas se você já passou alguns dias em Paris, as chances de ter passado por um de seus empreendimentos é grande. A lista pertencente à família é grande, são mais de 40 hoteis, cafés e restaurantes.

Como não poderia ir embora sem passar por algum desses estabelecimentos, decidi mostrar pra vocês algumas delícias “à la Costes”.

Uma pequena dica: A cozinha dos restaurantes é deliciosa, mas o cardápio é basicamente o mesmo. No entanto, o clima badalado e o charme acabam atraindo todos aos empreendimentos!

Café Marly

Para quem visita o Museu do Louvre, o Café Marly é parada obrigatória. Com vista para a pirâmide de vidro, o elegante café possui uma deliciosa varanda na qual podemos aproveitar um ensolarado dia de verão. Um interior muito aconchegante e convidativo para os dias de inverno, ideal para se manter aquecido e degustar um bom café.

O serviço não é lá aquelas coisas, mas os garçons são muitíssimo educados. Aliás, preciso dar um comentário. Paris melhorou muito de uns tempos pra cá. Digamos que os parisienses estão mais hospitaleiros. Tudo isso se deve a uma campanha feita como resposta à queda de turismo na cidade. Clique aqui e veja a reportagem feita pelo site Yahoo.

A cozinha do Marly é simples e gostosa, um exemplo é a Ceaser Salad. E para quem gosta de experimentar outros paladares, sugiro o tradicional café da manhã francês, o Petit déjeuner.

Grand café creme
Thé ou Chocolat
Orange ou Pamplemousse pressé
Assiette de viennoiseries
Pain grillé, beurre, confitures, miel

As opções de pãezinhos são:
Croissant
Pain au chocolat ou au raisins.

Café Marly
93, Rue de Rivoli – 75001
33 (0)1 49 26 06 60

Cristiane.

11
ago
09

Crêperie Saint André des Arts

Rua Saint Andre dês Arts

Rua Saint Andre dês Arts

A Rua Saint Andre dês Arts, é cheia de surpresas maravilhosas.  Situada no 6e arrondissement – Paris é dividida em 20 vizinhanças diferentes chamadas arrondissements -, ou seja, regiões, que juntas formam a área central do país.  Apesar de pequena a região é muito romântica. Repleta de lojinhas, galerias, cinemas, pequenos restaurantes e, em especial, a Crêperia. Uma casa de chá que é uma graça, além de muito charmosa.

Adorei a decoração! Sentei ao lado de uma parede repleta de pôsteres de exposições de arte, e no fundo do restaurante, uma parede de pedras com vários pratos pendurados. O cardápio é excelente e a casa ainda dá nomes ilustres aos deliciosos crepes!

As especialidades doces da casa são:

Franz LisztGlace Vanille, Pommes caramélisées, chocolat Et Chantilly
Mozart
Chocolat et raisin au rhum
Frederic Chopin
Banane flambé au rhum

Bon appétit!

Cristiane.

04
ago
09

Café des Deux Moulins

No filme “O Fabuloso Mundo de Amélie Poulain”, do diretor e roteirista Jean-Pierre Jeunet, conta a história de uma jovem que se muda do subúrbio para a cidade de Paris. Interpretada pela excelente Audrey Tautou, Amélie trabalha em um restaurante e tem uma vida pacata até achar uma pequena caixinha que irá mudar todo seu cotidiano ao decidir partir em busca do dono daqueles objetos. A partir dai a personagem passa a ajudar as pessoas que a cercam por meio de pequenos gestos.
Um trabalho inusitado de baixo orçamento com uma atmosfera cediça, que se passa no Café des Deux Moulins, em Paris.
Adorei passar por Lá! As paredes são decoradas com fotos da atriz, mas não se tratam de fotos brilhantes autografadas pelas estrelas do filme, não há tampouco artigos cortados de jornais, mas apenas os pôsteres de Amélie no filme pendurados na porta da frente e na parede de trás. Mas o estilo anos 50 foi preservado; o teto de cor mostrada, lâmpadas de néon nas paredes e o banheiro unisex continuam, bem como o menu. Os clássicos da casa são o Demi-Camembert com uma taça de Cotes Du Rhone e o “crème brûlée d’Amélie Poulain”.

Café des Deux Moulins

O filme “O Fabuloso Mundo de Amélie Poulain”, do diretor e roteirista Jean-Pierre Jeunet, conta a história de uma jovem que se muda do subúrbio para a cidade de Paris. Interpretada pela excelente Audrey Tautou, Amélie trabalha em um restaurante e tem uma vida pacata até achar uma pequena caixinha que irá mudar todo seu cotidiano ao decidir partir em busca do dono daqueles objetos. A partir dai a personagem passa a ajudar as pessoas que a cercam por meio de pequenos gestos.

Um trabalho inusitado de baixo orçamento com uma atmosfera cediça, que se passa no Café des Deux Moulins, em Paris.

Adorei passar por Lá! As paredes são decoradas com fotos da atriz, mas não se tratam de fotos brilhantes autografadas pelas estrelas do filme, não há tampouco artigos cortados de jornais, mas apenas os pôsteres de Amélie no filme pendurados na porta da frente e na parede de trás. Mas o estilo anos 50 foi preservado; o teto de cor mostrada, lâmpadas de néon nas paredes e o banheiro unisex continuam, bem como o menu. Os clássicos da casa são o Demi-Camembert com uma taça de Cotes Du Rhone e o “crème brûlée d’Amélie Poulain”.

Café dês Deux Moulins
15, Rue Lepic, 75018 Paris
+ 33 1 42 54 90 50

Cristiane.

20
jul
09

Angelina

O Angelina

O Angelina

O Angelina é um salão de chá fundado em 1903, que ao mesmo tempo é uma casa de chocolates, pâtisseries e restaurante, ufa!

Fica pertinho do Louvre e é lindo! Agradabilíssimo e um charme. O responsável por sua arquitetura “Belle Epoque” foi o renomado Edouard-Jean Niermans. A Maison foi freqüentada por Proust e pela eterna mademoiselle Chanel. Mas o que eu mais gosto no Angelina, são os doces!
Como sabemos que um dos melhores acompanhamentos de um delicioso café, é um delicioso docinho, nada melhor que uma passadinha nesta casa maravilhosa.
O meu predileto é o Mont-Blanc, uma das suas especialidades e um verdadeiro segredo. O pâtissier Sébastien Bauer esta de parabéns! Algumas de suas maravilhas são o mille feuille de pistache-griotte, a tartelette “Eva” au chocolat noir, la mousse au marron glacés et gelée de myrtilles “Carla”, a tropézienne au café…
A casa é aberta das 9h ás 19h em dias de semana e até as 19h30 nos finais de semana.
Agora não vá dizer que não avisei, o Mont Blanc é, digamos, “bem servido”, portanto vá preparado e Bom Apétit!
Cristiane
O Angelina

O Angelina

O Angelina é um salão de chá fundado em 1903, que ao mesmo tempo é uma casa de chocolates, pâtisseries e restaurante, ufa!

Fica pertinho do Louvre e é lindo! Agradabilíssimo e um charme. O responsável por sua arquitetura “Belle Epoque” foi o renomado Edouard-Jean Niermans. A Maison foi freqüentada por Proust e pela eterna mademoiselle Chanel. Mas o que eu mais gosto no Angelina, são os doces!

Como sabemos que um dos melhores acompanhamentos de um delicioso café, é um delicioso docinho, nada melhor que uma passadinha nesta casa maravilhosa.

O meu predileto é o Mont-Blanc, uma das suas especialidades e um verdadeiro segredo. O pâtissier Sébastien Bauer está de parabéns! Algumas de suas maravilhas são o mille feuille de pistache-griotte, a tartelette “Eva” au chocolat noir, la mousse au marron glacés et gelée de myrtilles “Carla”, a tropézienne au café…

A casa é aberta das 9h às 19h em dias de semana e até às 19h30 nos finais de semana.

Agora não vá dizer que não avisei, o Mont Blanc é, digamos, “bem servido”, portanto vá preparado e Bon Apétit!

Cristiane

20
jul
09

Rendez-vous au CAFÉ DE FLORE…

Passeando pelo Boulevard Saint-Germain, numa esquina com a Rue St. Benoit, paro no Café de Flore.  Delicioso café-braserrie, foi ponto de encontro dos maiores intelectuais franceses durante os anos seguintes da II Grande Guerra. Inclusive seu interior Art Deco mudou muito pouco desde então. Seus banquinhos e cadeiras vermelhos e de madeira, seus espelhos são um charme!
Seu nome foi dado devido a uma pequena estátua da Deusa Flora, hoje desaparecida. Uns dizem que ela se encontrava ao outro lado do Boulevard, outros que ela se situava em cima da entrada principal.
Alguns de seus notáveis freqüentadores foram Jean Paul Satre e Simone Beauvoir. Diz-se que costumavam encontrar-se aqui para discutir sua filosofia do existencialismo e beber. Até hoje o Flore é um lugar popular para escritores, atores…
Outro dado interessante, foi ter o vocalista do The Doors, Jim Morrisson ido ao Café três semanas antes da sua morte.
Tomei um café ótimo e seu cardápio oferece opções como: Café Décaféiné, Irish Coffee au Bushmill´s (que é “sour cream”) e Café expresso Spécial Flore et trait de Baileys.
Dica: Eles tem um lojinha excelente ao lado do toilette, que vende souvenires do café! Eu comprei uma vela linda e um cinzeiro. Uma graça!
Café de Flore 172 bd St Germain 75006 PARIS
+ 33 1 45 48 55 26

Rendez-vous au CAFÉ DE FLOREPasseando pelo Boulevard Saint-Germain, numa esquina com a Rue St. Benoit, paro no Café de Flore.  Delicioso café-braserrie, foi ponto de encontro dos maiores intelectuais franceses durante os anos seguintes da II Grande Guerra. Inclusive seu interior Art Deco mudou muito pouco desde então. Seus banquinhos e cadeiras vermelhos e de madeira, seus espelhos são um charme!

Seu nome foi dado devido a uma pequena estátua da Deusa Flora, hoje desaparecida. Uns dizem que ela se encontrava ao outro lado do Boulevard, outros que ela se situava em cima da entrada principal.

Alguns de seus notáveis freqüentadores foram Jean Paul Satre e Simone Beauvoir. Diz-se que costumavam encontrar-se aqui para discutir sua filosofia do existencialismo e beber. Até hoje o Flore é um lugar popular para escritores, atores…

Outro dado interessante, foi ter o vocalista do The Doors, Jim Morrisson ido ao Café três semanas antes da sua morte.

Tomei um café ótimo e seu cardápio oferece opções como: Café Décaféiné, Irish Coffee au Bushmill´s (que é “sour cream”) e Café expresso Spécial Flore et trait de Baileys.

Dica: Eles tem um lojinha excelente ao lado do toilette, que vende souvenires do café! Eu comprei uma vela linda e um cinzeiro. Uma graça!

Café de Flore 172 bd St Germain 75006 PARIS
+ 33 1 45 48 55 26

Cristiane

16
jul
09

Paris

Paris, capital da Franca, além de ser a maior cidade francesa, também é a segunda maior metrópole da Europa, perdendo apenas para Moscou.
Conhecida como A Cidade Luz, por conta do ILUMINISMO (Movimento intelectual da história ocidental), Paris seduz a todos, seja por sua beleza natural, o rio Sena, que atravessa toda a cidade e cujas margens foram inscritas em 1991 na lista do PATRIMÔNIO MUNDIAL da UNESCO, sua arquitetura, história, seus museus e vida cultural em geral…  E, é claro, seus cafés. Ah, os cafés!
Paris transborda charme e o melhor de tudo é que certo lugares não mudam. Contam história.
LE CAFE
Os Árabes foram os primeiros, não apenas a cultivar o café, mas também a iniciar o seu comércio.
Lá pelo século 17, o café chega a Europa e começa a ficar popular através do continente.
Mas voltemos ao berço do iluminismo…
Consta ter sido por Marselha o ingresso do café na França, local em que se abriu o primeiro estabelecimento em 1671; logo depois, outros se abriram em Lion e Paris.
O embaixador de Maomé IV junto á corte de Luiz XIV, Solimão Agá Mustafá, foi um dos grandes responsáveis pela difusão do café em Paris. Ele o fazia servir, na embaixada, por escravos ricamente trajados e em chávenas de porcelana finíssima, tornando o café, uma bebida elegante, ‘da moda’, o que foi bastante para conquistar a cidade luz.
Grandes expedições trouxeram cargas de rubiáceas de Moka (atual Lémene), vendida no inicio por preço muito alto; o qual diminuiu posteriormente, pela concorrência natural.
Sabe-se que em 1672, As Casas De Café cresceram extraordinariamente para praticamente todas as classes sociais, com louvor os cafés literários, centros de homens de letras, artistas, etc.
Ficaram celebres o Café Procópio (Procopio di Coltello), frequentado por Fontenelle, J.J. Rousseau, Diderot e outros e o Café de la Régence, frequentado por Voltaire, Richelieu e outros notáveis.
Os cafés de paris são, possivelmente, uma das imagens mais reconhecidas da cidade, sendo mais que um bom lugar para se degustar café. É uma instituição em paris, uma ima para turistas.
Uma viagem à Paris não é completa se não der uma passadinha em um de seus maravilhosos cafés.
Na frança, uma Brasserie é um café elegante, que possui um serviço de restaurante, com uma aparência mais despojada. Neles encontram-se menus (diferentemente dos bistrôs, que podem não tê-lo) e pratos geralmente únicos.
Um bom exemplo de um café, é o Le Procope, fundado em 1686, e ainda em funcionamento. Foi um local importante do Iluminismo francês. Voltaire, Rousseau e Diderot frequentaram-no, hoje é tido como o berço da Encyclopédie, a primeira enciclopédia moderna!
Aqui, cada café tem seu charme e sua história, um prato cheio para apreciadores da bebida e das artes, assim como eu.  Nada melhor que uma tarde num café observando o movimento de pessoas de todas as tribos que circulam inquietas pela “La Ville-Lumière”.
Cristiane.

cafe-de-paris

Paris, capital da Franca, além de ser a maior cidade francesa, também é a segunda maior metrópole da Europa, perdendo apenas para Moscou.

Conhecida como A Cidade Luz, por conta do ILUMINISMO (Movimento intelectual da história ocidental), Paris seduz a todos, seja por sua beleza natural, o rio Sena, que atravessa toda a cidade e cujas margens foram inscritas em 1991 na lista do PATRIMÔNIO MUNDIAL da UNESCO, sua arquitetura, história, seus museus e vida cultural em geral…  E, é claro, seus cafés. Ah, os cafés!

Paris transborda charme e o melhor de tudo é que certo lugares não mudam. Contam história.

LE CAFE

Os Árabes foram os primeiros, não apenas a cultivar o café, mas também a iniciar o seu comércio.

Lá pelo século 17, o café chega a Europa e começa a ficar popular através do continente.

Mas voltemos ao berço do iluminismo…

Consta ter sido por Marselha o ingresso do café na França, local em que se abriu o primeiro estabelecimento em 1671; logo depois, outros se abriram em Lion e Paris.

O embaixador de Maomé IV junto á corte de Luiz XIV, Solimão Agá Mustafá, foi um dos grandes responsáveis pela difusão do café em Paris. Ele o fazia servir, na embaixada, por escravos ricamente trajados e em chávenas de porcelana finíssima, tornando o café, uma bebida elegante, ‘da moda’, o que foi bastante para conquistar a cidade luz.

Grandes expedições trouxeram cargas de rubiáceas de Moka (atual Lémene), vendida no inicio por preço muito alto; o qual diminuiu posteriormente, pela concorrência natural.

Sabe-se que em 1672, As Casas De Café cresceram extraordinariamente para praticamente todas as classes sociais, com louvor os cafés literários, centros de homens de letras, artistas, etc.

Ficaram celebres o Café Procópio (Procopio di Coltello), frequentado por Fontenelle, J.J. Rousseau, Diderot e outros e o Café de la Régence, frequentado por Voltaire, Richelieu e outros notáveis.

Os cafés de paris são, possivelmente, uma das imagens mais reconhecidas da cidade, sendo mais que um bom lugar para se degustar café. É uma instituição em paris, uma ima para turistas.

Uma viagem à Paris não é completa se não der uma passadinha em um de seus maravilhosos cafés.

Na frança, uma Brasserie é um café elegante, que possui um serviço de restaurante, com uma aparência mais despojada. Neles encontram-se menus (diferentemente dos bistrôs, que podem não tê-lo) e pratos geralmente únicos.

Um bom exemplo de um café, é o Le Procope, fundado em 1686, e ainda em funcionamento. Foi um local importante do Iluminismo francês. Voltaire, Rousseau e Diderot frequentaram-no, hoje é tido como o berço da Encyclopédie, a primeira enciclopédia moderna!

Aqui, cada café tem seu charme e sua história, um prato cheio para apreciadores da bebida e das artes, assim como eu.  Nada melhor que uma tarde num café observando o movimento de pessoas de todas as tribos que circulam inquietas pela “La Ville-Lumière”.

Cristiane.




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